domingo, 19 de outubro de 2008

Como eu acho que funciona o mercado de acções



Uma vez, num vilarejo, apareceu um homem anunciando aos aldeões que

compraria macacos por $10 cada. Os aldeões sabendo que havia muitos macacos

na região, foram à floresta e iniciaram a caça aos macacos. O homem comprou

centenas de macacos a $10 e então os aldeões diminuíram seu esforço na

caça. Aí, o homem anunciou que agora pagaria $20 por cada macaco e os

aldeões renovaram seus esforços e foram novamente à caça. Logo, os macacos foram escasseando cada vez mais e os aldeões foram

desistindo da busca. A oferta aumentou para $25 e a quantidade de macacos

ficou tão pequena que já não havia mais interesse na caça. O homem então anunciou que agora compraria cada macaco por $50!

Entretanto, como iria à cidade grande, deixaria seu assistente cuidando da compra dos

macacos. Na ausência do homem, seu assistente disse aos aldeões: 'Olhem todos estes

macacos na jaula que o homem comprou. Eu posso vender por $35 a vocês e

quando o homem retornar da cidade, vocês podem vender-lhe por $50 cada'. Os aldeões, espertos, pegaram todas as suas economias e compraram todos os

macacos do assistente. Eles nunca mais viram o homem ou seu assistente,

somente macacos por todosos lados.

Agora você entendeu como funciona o mercado de ações?



(recebido por email)
Boa Semana para vós
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quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Estádio de Futebol



Parece que na Figueira da Foz correm uns rumores, de um novo estádio de Futebol, pasmem, para 10.000 pessoas.


Deve ser para acolher os 200 ou 300 adeptos que o Naval tem assíduos, claro. Era desses que falava.


Dinheirinho bem gasto, sem dúvida. O problema é que não existe local, e eu estava aqui a pensar que talvez no Oasis fosse boa ideia.


Coimbra tem um estádio para 30.000 , para acolher 2000 dos assiduos adeptos, porque não pode a Figueira da Foz ou até Figueiró dos Vinhos ter Estádios???
Ora meus Senhores, tenham juizo por favor.
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terça-feira, 14 de outubro de 2008

A crise bateu-me á portinhola 2

Não percebi uma coisa.

Os bancos fizeram bosta, não há dinheiro para nada, e de repente, ele aparece aos trambolhões, o dinheiro, e os bancos viram tadinhos!!!


Outra coisa que não percebi.

Aquela garantia que o Ministro deu aos Bancos, de 20 milhões, porque não deu ás famílias portuguesas que estão aflitas para pagar aos bancos, e vai dai, os bancos recebiam o que lhes é devido e as famílias ficavam aliviadas?


Outras coisa que não percebi.

E se os Bancos usarem esta garantias, pagam depois como? Ou quem paga, no fim?

Esta coisa da Economia, é mesmo difícil. Parece-me para Inteligências muito direccionadas.

Melhor é nem pensar nestas coisas. As Nacionalizações se calhar não seria pior. Os ingleses nem me parece que estejam a ver mal a coisa, sei lá.


Sinto-me tão ignorante.

Hoje escrevo a verde, nem sei porquê...

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sábado, 11 de outubro de 2008

Post de fevereiro 2008

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sempre que precisares desabafa
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Casamentos homossexuais

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Sou a favor dos casamentos homossexuais.

Sou toda a favor das pessoas serem felizes.

Não me parece bem, dizer que se eles quiserem casar que casem, mas dá-se outro nome.

Não me parece bem, concordar mas.....

Parece-me até muito mal, um direito fundamental, ser adiado

Isso é que me parece muito mal....

Não gostei desta forma de fazer politica.

Não gosto que alguém tenha o direito de adiar a felicidade de uns tantos, mesmo que minorias, só porque não acha oportuno.

Parece-me fascizante, 3º Mundista, de uma insensatez que o sistema democrático seja invadido por isto.

Não gosto....nada, naquilo em que se transformou esta democracia,que me parece com muito pouca vergonha na cara.

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A crise bateu-me á portinhola 1

Hansel e Gretel(:))

Pois..... não é que aquelas migalhas viraram a migalhinhas?


Quando na 6ªfeira passei pelo Banco a cara de parvo do funcionário fazia pena.

Adorei , contudo, o Marketing, dizia ele :..."olhe na segunda feira lançamos um novo produto que nesta altura me parece muito bom"!!!!

A verdade é que o mocinho parecia acreditar naquilo que dizia!!


Dei uma saltada a outro banco onde me esclareceram que em nenhuma parte do mundo se pode ter dinheiro parado, sob pena de se pagar um x por manutenção da conta!


Pasmei, e vim para casa a pensar se eles contaram moeda e nota a nota o meu dinheiro e lhe limparam o pó de cada vez que debitam 11 euros e qualquer coisa por manutenção.


Antes do levantamento do valor total, ainda fui informada que existiam alternativas. Lá lamentei que chegavam tarde, mas calei-me. Cansa tanto viver neste País de jovens gestores que nos vão aparecendo pela frente, cheios de tanta ignorância, essencialmente ignorância social.


Será que nenhuma faculdade ensina que uma empresa , mesmo bancária tem sempre uma obrigação social? Canseira este mundo de M*******

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Depois de uns dias de descanso I

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Estou de volta. Sei que vos fiz muita falta. Prometo não me afastar tão cedo!!


A verdade é que o descanso chamava por mim, e eu lá acedi. Toda contente confesso.


Andava sem ideias aqui para o pedaço, e a verdade é que não venho com muitas.


Esta coisa do descanso é um pau de 2 bicos( horrorosa esta expressão, mas foi a que saiu), tanto pode ser um acumular de informação, como deveria ter sido, como o acumular de uma certa inércia.


Tenho uma tendência natural para a preguiça, e depois do descanso ela vem sempre muito acentuada.


E pronto , depois deste imenso lamento, nada mais me resta.


Só mesmo iniciar este Outono meio tímido, meio chuvoso, meio quente, meio frio, com o pé direito.




segunda-feira, 22 de setembro de 2008

domingo, 21 de setembro de 2008

Meu querido mês de Agosto

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Cinema Português que eu gostei. Agosto. Calor. Região Centro. Bombeiros. Romarias. Festas Populares.




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quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Projecto Micro crédito

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Desde Tombowa- Angola - Projecto Micro crédito
Este verão estive em Angola.
Foi uma viagem de 3 semanas em que muitas coisas aconteceram. Desde a minha mala que chegou na véspera do regresso a Portugal, passando pela ausência de todo conforto, ao choque de nos depararmos com vidas desgraçadas, sorrisos lindos, uma capital caótica, um deserto fenomenal e a campanha eleitoral do MPLA.


Voámos para o sul, para Namibe (antiga cidade de Moçamedes), e depois atravessámos o deserto, em Hiace, que demora 1.30 mns, até Tombwa (antigo Porto Alexandre).


Em Tombwa estivemos 2 semanas, das quais, os primeiros dias foram de choque. As pessoas vivem em casas feitas de adobe, capim e lata, com um compartimento, que serve de cozinha, sala, quarto das famílias e não são de 2 ou 3 pessoas, mas de muitas mais!!!


Dormem no chão e na melhor das hipóteses em esteiras. Muitos nem um cobertor têm. E se está frio!!! Casa de banho, não existe! A água, têm que ir buscar longe.


Se alguém fica doente, fica ali mesmo, no chão, no mesmo compartimento, à espera que termine a sua passagem por aqui…Uma das fontes demográficas refere serem 90 mil pessoas a viver em Tombwa, mas não se sabe se é fidedigno.


No grupo com que estive, éramos 8 pessoas, 3 galegas, 3 portuguesas, 1 alemão e 1 inglês. Estes dois últimos deram aulas de inglês, uma moça deu formação de informática, as outras duas de higiene e saúde.


A minha tarefa foi relacionada com os projectos de apadrinhamentos e o de micro créditos.
O projecto de apadrinhamentos, de que vos quero falar, desenvolve-se , até agora, em Espanha e é dirigido a duas povoações angolanas, Tômbua e Lubango.


Consiste em apoiar crianças através de uma contribuição mensal de 18 €.


O dinheiro é transferido para Tombwa e Lubango e aqui as Irmãs que pertencem à Promaica (Organização para a Promoção da Mulher na Igreja Católica), a nossa contra-parte ali, compram comida (fuba, arroz, feijões, sabão, óleo) e pagam a matrícula, o material escolar e a bata das crianças.


Este dinheiro ajuda a criança apadrinhada mas indirectamente também a família na medida em que a alimentação acaba por ser para todos.


Apesar de achar revoltante, sendo Angola um país tão rico, ser necessário recorrer a medidas deste tipo, sei que aquelas pessoas, em concreto, sem ajuda, sofrem muito e terão muita dificuldade em sair daquele ciclo de desgraça.


Por outro lado, a ajuda que damos (18 € por mês) é uma ajuda significativa porque permite, no imediato, não passar fome e alfabetizar crianças.


Talvez algumas delas possam, no futuro, contribuir para a melhoria da sociedade Angolana. A minha avaliação foi de que o projecto é positivo.


Claro que o que está ao nosso alcance é muito pouco e que as questões políticas são determinantes mas não tenho dúvidas que seria muito bom se houvesse muitas mais crianças apadrinhadas.


Portanto, se quiserem participar de alguma maneira, ou conhecerem alguém que queira contribuir com 18 € mensais para uma criança contactem-me e explicar-vos-ei melhor como tudo funciona.


Com alguns de vocês já partilhei muito mais, espero que haja oportunidade de conversar com todos.


Beijinhos, beijinhos, boa semana,


Catarina:)))
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terça-feira, 16 de setembro de 2008

Eduardo Souto Moura

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Ando há tanto tempo para colocar na barrinha aqui do lado, um dos melhores blogs sobre arquitectura em Portugal, mas outras coisas vão surgindo e eu vou adiando.

A BARRIGA DE UM ARQUITECTO, donde descaradamente furtei o texto que se segue, vai hoje directamente para os mais sentidos.

Não deixem de ler o copy paste abaixo, e espero que o dono do blog não se aborreça:

O que é necessário mudar na arquitectura?

Souto de Moura_O problema número um para mudar: não se pode continuar a fazer projectos com os prazos que os clientes nos impõem. Não é que não se consiga, o que se faz é mau. Copia-se tudo lá de fora, por que não se copia isso? Por exemplo, um projecto importante, num sítio importante, onde todos vão ver durante anos, que vai afectar muita gente, que custa muito dinheiro, e cá dão-nos um prazo de três ou quatro meses? Tudo atabalhoado. Depois diz-se: a obra resvalou. Uma mentira. O Estado e os clientes gostam de mentir a eles próprios. O português gosta de ser o 'chico esperto'. A arquitectura é uma arte social que desenha espaços, mas a coisa mais importante para desenhar espaços é o tempo. É mais importante o tempo na arquitectura que o espaço. E lá fora, os projectos demoram o que for preciso, um ano, dois. E, se forem coisas complicadas em sítios públicos muito importantes, levam três anos, porque há um período de debate com maquetas, todas as câmaras têm um "stand" com os novos projectos, as pessoas fazem sugestões, vêm os partidos, as juntas de freguesia e o arquitecto vai anotando e mudando. E quando está tudo decidido, a construção é muito cara e então é tudo detalhado ao milímetro e ninguém pode falar, nem o arquitecto pode ir à obra para não baralhar tudo. E a obra tem de andar muito rapidamente, seis ou sete meses. Aqui é ao contrário. Ou há eleições, ou porque vai chover no Inverno e é preciso começar no Verão, ou porque vamos perder a verba da UE, os projectos são mal feitos. E como são mal feitos, têm pouca informação, levam o dobro do tempo. Depois há improvisos e isto dá um dispêndio de energia e financeiro brutal. E o Estado tem de dar o exemplo e não pode entregar obras de arquitectura por concurso ao mais barato, que é o que faz. O Estado tem de exigir o número de peças, de desenhos e de informação que estava legislado pelo Ministério das Obras Públicas (MOP) e que neste momento liberalizou - cada um entrega e leva o que quer. Chegando ao ponto de me pedirem para fazer um palácio da Justiça e perguntarem quanto levava. Eu respondi: levo de acordo com a tabela do MOP. E disseram-me: mas o Ministério da Justiça não segue a tabela do MOP, queremos 20 a 30% de desconto. A partir daí estava tudo dito. Não aceitei fazer o projecto por uma questão de princípio, nem era pelo dinheiro. Quando chegamos ao ponto em que o próprio Estado mente a ele próprio, não vale a pena. Este é o problema principal, porque isto degrada. Porque as pessoas gostam de fazer arquitectura, submetem-se a condições incríveis, e como não são super-homens nem super-mulheres, os projectos sofrem e nem sempre são bem feitos. Por isso também estou na Ordem dos Arquitectos porque tem de existir uma nova legislação e vai ser muito difícil. Por exemplo, a Europa liberalizou e a Bélgica não aceitou este estatuto e levou uma repreensão da Comunidade Europeia. Os arquitectos andam entusiasmados com as formas e pensam pouco nisto, mas acho que é fundamental arrumar a casa. O cliente, os bancos, as pessoas que têm dinheiro, os construtores, os projectistas, estabelecem as regras do jogo. Com um baralho de cartas posso jogar à sueca, bisca ou canasta, mas tenho de saber o que vou jogar. E eles também. O importante são os projectos serem mais bem pagos, até já me contento com a tabela existente, mas que seja aquela, e a seguir tem 10 a 20 páginas a dizer: pagando este tanto, o projectista terá de fazer isto, isto, etc, e de certeza que os projectos ficam melhor. Os projectos são divididos em quatro fases: programa base, estudo prévio, anteprojecto e projecto de execução. Obriga a revê-los quatro vezes, a fazer maquetas quatro vezes e, nas últimas duas fases, a entregar orçamentos e saber na fase final se o projecto fica muito caro ou barato e rectificar para melhorar. Ontem pediram-me para fazer um projecto num mês. Não merecemos isto. A questão do tempo dos projectos é o principal. E há outras coisas que se arrastam, como por exemplo ter-se uma tabela e ser-se melhor remunerado. Porque, no fundo, os arquitectos não falam muito nos honorários, mas eu falo muito. Porque como me reduzem o tempo, e como é pouco tempo, mesmo que o pagamento seja mau, dá ela por ela. Mas não pode ser...[Eduardo Souto de Moura, arquitecto, em entrevista ao Semanário Expresso]

E será só na arquitectura?
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sábado, 13 de setembro de 2008

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

TGV

A QUEM VAI SERVIR O TGV ? (Recebido por email)

Este é o pensamento político que temos , está em todas:
Estádios de futebol, hoje às moscas,

TGV,

novo aeroporto,nova ponte,

auto-estradas onde bastavam estradas com bom piso,etc. etc.

A quem na verdade serve tudo isto?

A QUEM VAI SERVIR O TGV ...

1. AOS FABRICANTES DE MATERIAL FERROVIÁRIO(nada garante que seja produto e fabrico nacional)

2. ÀS CONSTRUTORAS DE OBRAS PÚBLICAS E ...CLARO,

3. AOS BANCOS QUE VÃO FINANCIAR A OBRA ...

OS PORTUGUESES FICARÃO - UMA VEZ MAIS ENDIVIDADOS DURANTE DÉCADAS POR CAUSA DE MAIS UMA OBRA MEGALÓMANA ! ! !

Experimente ir de Copenhaga a Estocolmo de comboio.

Comprado o bilhete, dá consigo num comboio que só se diferencia dos nossos 'Alfa' por não ser tão luxuoso e ter menos serviços de apoio aos passageiros.

A viagem, através de florestas geladas e planícies brancas a perder de vista, demorou cerca de cinco horas.

Não fora conhecer a realidade económica e social desses países,
Daria comigo a pensar que os nórdicos, emblemáticos pelos superavites orçamentais, seriam mesmo uns tontos.

Se não os conhecesse bem perguntaria onde gastam eles os abundantes recursos resultantes da substantiva criação de riqueza.

A resposta está na excelência das suas escolas, na qualidade do seu Ensino Superior, nos seus museus e escolas de arte, nas creches e jardins-de-infância em cada esquina, nas políticas pró-activas de apoio à terceira idade.

Percebe-se bem porque não construíram estádios de futebol desnecessários, constroem aeroportos em cima de pântanos, nem optam por ter comboios supersónicos que só agradam a meia dúzia de multinacionais.

O TGV é um transporte adequado a países de dimensão continental, extensos, onde o comboio rápido é, numa perspectiva de tempo de viagem/custo por passageiro, competitivo com o transporte aéreo.

É por isso que, para além da já referida pressão de certos grupos que fornecem essas tecnologias, só existe TGV em França ou Espanha (com pequenas extensões a países vizinhos).

É por razões de sensatez que não o encontramos na Noruega,na Suécia, na Holanda e em muitos outros países ricos.

Tirar 20 ou 30 minutos ao 'Alfa' Lisboa-Porto à custa de um investimento de cerca de 7,5 mil milhões de euros não trará qualquer benefício à economia do País.

Para além de que, dado ser um projecto praticamente não financiado pela União Europeia, ser um presente envenenado para várias gerações de portugueses que, com mais ou menos engenharia financeira, o vão ter de pagar.

Com 7,5 mil milhões de euros podem construir-se:

1000 (mil) Escolas Básicas e Secundárias de primeiríssimo mundo que substituam as mais de cinco mil obsoletas e subdimensionadas existentes (a 2,5 milhões de euros cada uma);
mais 1.000 (mil) creches(a 1 milhão de euros cada uma);
mais 1.000 (mil) centros de dia para os nossos idosos (a 1milhão de euros cada um).
E ainda sobrariam cerca de 3,5 mil milhões de euros para aplicar em muitas outras carências como, por exemplo, na urgente reabilitação de toda a degradada rede viária secundária.

Cabe ao Governo reflectir.

Cabe à Oposição contrapor.

Cabe-lhe a si participar

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domingo, 7 de setembro de 2008

QUINTA DA FONTOURA



Os afazeres têm impedido que eu dedique algum tempo aqui ao espacinho. Os exames todos feitinhos e só falta mesmo defender uns papeis que para ali tenho. Lá mais para finais de Setembro ou inicio de Outubro.

Vai daí, fui relaxar com amigos e familiares. Ora bem...e para onde foi a cszinha?
POIS CLARO...TURISMO DE QUALIDADE

Freguesia de Alquerubim, entre Agueda e Albergaria-a Velha, entre campos de cultivo e as margens do Rio Vouga. E???? E gostei muito.

Um fim de semana bem passado, num espaço a ser recuperado com muito carinho, onde se fazem já Grandes e Bonitas Festas de Casamento e outros Eventos. Ficou a promessa de rapidamente existirem uns quartinhos para se passar uns fim de semana relaxantes. Pois, pois fica ai o site para todas as informações que desejarem. Eu cá, fiquei cliente ou não fossem eles uns simpáticos. E o que me cativou é a completa abertura a sugestões.

Um espaço muito verdejante e sereno. A piscina foi atracção de crianças e adultos, as primeiras mergulhando os segundos, depois do saboroso e tradicional repasto, esponjando-se numa tarde soalheira por aquelas cadeiras debaixo de enormes e brancos guarda sóis olhando todo aquele verde e sentindo que é este o Turismo que cada vez mais apreciamos.

Boas visitas . Não percam. QUINTA DA FONTOURA.

Boa semana.
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