segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

domingo, 28 de dezembro de 2008

Prof. José Gil, hoje no Rádio Clube

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José Gil (Muecate, Moçambique, 1939) é um filósofo e ensaista português. Os seus trabalhos são em língua francesa e portuguesa. Estudou em França, nomeadamente com o filósofo Gilles Deleuze. Leciona filosofia na Universidade Nova de Lisboa e no Colégio International de Filosofia (Collège International de Philosophie) em Paris. (retirado de wikipédia)
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quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

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Bom Natal

e

Bom Ano de 2009




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segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Mamografias

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Lembrei-me destes dois cartoons quando hoje ouvi algém dizer que não deve doer nada!!
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domingo, 21 de dezembro de 2008

Zon vigarice primária

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Estes Senhores nas suas campanhas oferecem-nos os canais RTP 1, RTP2, SIC e TVI.

Parece-me um abuso e uma vigarice. Tentativa de enganar os mais distraídos.

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segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

domingo, 14 de dezembro de 2008

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Manoel de Oliveira

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Convido-vos a ler o texto, de 1995 sobre OLIVEIRA, que começa assim (link activo):

Oliveira e o Poder, Oliveira e a Crítica, Oliveira e o Público.Assinado pela SSV

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Walale Angola

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Galeria Santa Clara (COIMBRA) e a ONG Coopera ( www.coopera.cc) convidam-vos para a inauguração da exposição de fotografia de Ana Rita Rodrigues, "Walale Angola" (Olá Angola), que inaugura no dia 20 de Dezembro, pelas 17 horas.

Lá estaremos.




terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Marketing:Ideias soltas

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Sven Hagolani/zefa/Corbis

Na Saúde o consumidor, está a viver num mundo de partes, de fragmentos, estímulos confusos.

Este consumidor tem tempo, mas é pressionado pela pressa de informação, acção.Resultado

A sua atenção está dividida , a sua percepção sensível.

As suas menores exigências estão na escala do óptimo.

Está na hora de entendermos como mantém este consumidor a sua relação com os locais onde consome este serviço chamado Saúde. Está na hora de todos que nestas coisas opinam, perceberem que seremos avaliados pelo todo. E aqui é sem dúvida, mais que as partes.
Desde o Parque de estacionamento, a recepção , a arquitectura, as cores, o cheiro, os profissionais, até ao resultado final.



Digo eu, que sou só uma curiosa.

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segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Balanços

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Não sou pessoa de hobby(s). A preguiça sempre foi um pecado que me perseguiu.

Assumo.


Ouvir música é dos poucos que tenho mantido. Gosto de Jazz. Tanto que me enerva quem não gosta.


Tenho alguns interesses, mas passei por eles sempre a correr.


Profissionalmente tenho um percurso quase desconforme. A àrea da Saúde, a àrea comercial, marketing e relacional longe do mundo da Saúde, e novamente àrea da saúde.


De repente vejo-me a ler tudo o que é Marketing e Comunicação para a Saúde.


Tornei-me uma curiosa. E desta maneira, todos os dias a aprender, com a única certeza que ainda tenho, sei muito pouco.


A caminho de 2009 com um sorriso nos lábios.


(Férias acabando. As primeiras a sério dos últimos 5 anos.Foram 3 semanas. Cs em tempo de balanços)



Boa semana.


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sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Dia Mundial do Voluntariado

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A ONU (Organização das Nações Unidas) fixou o dia 5 de Dezembro como o «Dia Mundial do Voluntariado»

Saúdo afectuosamente todos os que de alguma maneira pertencem a este mundo do Voluntariado, roubando as mais das vezes ao seu descanso e lazer tantas horas.

Comemoro este dia, com um “email” enviado a uma Organização que desde a primeira hora me sensibilizou, e pela mão do meu filho integrei duas vezes as suas campanhas, oferecendo-me como Voluntária para todo o Ano.

O BANCO ALIMENTAR CONTRA A FOME - de Coimbra

Estou expectante com a resposta.

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quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

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"Todos somos ignorantes, mas nem
todos ignoramos as mesmas coisas"

Albert Einstein
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quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Se o Obama fosse Africano - Mia Couto (Moçambique)



Os africanos rejubilaram com a vitória de Obama.
Eu fui um deles.Depois de uma noite em claro, na irrealidade da penumbra da madrugada, as lágrimas corriam-me quando ele pronunciou o discurso de vencedor.
Nesse momento, eu era também um vencedor.
A mesma felicidade me atravessara quando Nelson Mandela foi libertado e o novo estadista sul-africano consolidava um caminho de dignificação de África.
Na noite de 5 de Novembro, o novo presidente norte-americano não era apenas um homem que falava. Era a sufocada voz da esperança que se reerguia, liberta, dentro de nós.

Meu coração tinha votado, mesmo sem permissão:habituado a pedir pouco, eu festejava uma vitória sem dimensões.
Ao sair à rua, a minha cidade se havia deslocado para Chicago, negros e brancos respirando comungando de uma mesma surpresa feliz. Porque a vitória de Obama não foi a de uma raça sobre outra: sem a participação massiva dos americanos de todas as raças (incluindo a da maioria branca) os Estados Unidos da América não nos entregariam motivo para festejarmos.
Nos dias seguintes, fui colhendo as reacções eufóricas dos mais diversos recantos do nosso continente.

Pessoas anónimas, cidadãos comuns querem testemunhar a sua felicidade. Ao mesmo tempo fui tomando nota, com algumas reservas, das mensagens solidárias de dirigentes africanos.
Quase todos chamavam Obama de "nosso irmão". E pensei: estarão todos esses dirigentes sendo sinceros? Será Barack Obama familiar de tanta gente politicamente tão diversa? Tenho dúvidas. Na pressa de ver preconceitos somente nos outros, não somos capazes de ver os nossos próprios racismos e xenofobias.
Na pressa de condenar o Ocidente, esquecemo-nos de aceitar as lições que nos chegam desse outro lado do mundo.
Foi então que me chegou às mãos um texto de um escritor camaronês, Patrice Nganang, intitulado:

"E se Obama fosse camaronês?".
As questões que o meu colega dos Camarões levantava sugeriram-me perguntas diversas, formuladas agora em redor da seguinte hipótese:
e se Obama fosse africano e concorresse à presidência num país africano?
São estas perguntas que gostaria de explorar neste texto.
E se Obama fosse africano e candidato a uma presidência africana?
1. Se Obama fosse africano, um seu concorrente (um qualquer George Bush das Áfricas) inventaria mudanças na Constituição para prolongar o seu mandato para além do previsto. E o nosso Obama teria que esperar mais uns anos para voltar a candidatar-se. A espera poderia ser longa, se tomarmos em conta a permanência de um mesmo presidente no poder em África.

Uns 41 anos no Gabão,
39 na Líbia,
28 no Zimbabwe,
28 na Guiné Equatorial,
28 em Angola,
27 no Egipto,
26 nos Camarões.
E por aí fora, perfazendo uma quinzena de presidentes que governam há mais de 20 anos consecutivos no continente. Mugabe terá 90 anos quando terminar o mandato para o qual se impôs acima do veredicto popular.
2. Se Obama fosse africano, o mais provável era que, sendo um candidato do partido da oposição, não teria espaço para fazer campanha. Far-Ihe-iam como, por exemplo, no Zimbabwe ou nos Camarões: seria agredido fisicamente, seria preso consecutivamente, ser-Ihe-ia retirado o passaporte. Os Bushs de África não toleram opositores, não toleram a democracia.
3. Se Obama fosse africano, não seria sequer elegível em grande parte dos países porque as elites no poder inventaram leis restritivas que fecham as portas da presidência a filhos de estrangeiros e a descendentes de imigrantes.

O nacionalista zambiano Kenneth Kaunda está sendo questionado, no seu próprio país, como filho de malawianos. Convenientemente "descobriram" que o homem que conduziu a Zâmbia à independência e governou por mais de 25 anos era, afinal, filho de malawianos e durante todo esse tempo tinha governado 'ilegalmente".
Preso por alegadas intenções golpistas, o nosso Kenneth Kaunda (que dá nome a uma das mais nobres avenidas de Maputo) será interdito de fazer política e assim, o regime vigente, se verá livre de um opositor.
4. Sejamos claros: Obama é negro nos Estados Unidos. Em África ele é mulato.Se Obama fosse africano, veria a sua raça atirada contra o seu próprio rosto. Não que a cor da pele fosse importante para os povos que esperam ver nos seus líderes competência e trabalho sério. Mas as elites predadoras fariam campanha contra alguém que designariam por um "não autêntico africano". O mesmo irmão negro que hoje é saudado como novo Presidente americano seria vilipendiado em casa como sendo representante dos "outros", dos de outra raça, de outra bandeira (ou de nenhuma bandeira?).
5. Se fosse africano, o nosso "irmão" teria que dar muita explicação aos moralistas de serviço quando pensasse em incluir no discurso de agradecimento o apoio que recebeu dos homossexuais. Pecado mortal para os advogados da chamada "pureza africana". Para estes moralistas - tantas vezes no poder, tantas vezes com poder - a homossexualidade é um inaceitável vício mortal que é exterior a África e aos africanos.
6. Se ganhasse as eleições, Obama teria provavelmente que sentar-se à mesa de negociações e partilhar o poder com o derrotado, num processo negocial degradante que mostra que, em certos países africanos, o perdedor pode negociar aquilo que parece sagrado - a vontade do povo expressa nos votos.Nesta altura, estaria Barack Obama sentado numa mesa com um qualquer Bush em infinitas rondas negociais com mediadores africanos que nos ensinam que nos devemos contentar com as migalhas dos processos eleitorais que não correm a favor dos ditadores.
Inconclusivas conclusões

Fique claro: existem excepções neste quadro generalista. Sabemos todos de que excepções estamos falando e nós mesmos moçambicanos, fomos capazes de construir uma dessas condições à parte.
Fique igualmente claro: todos estes entraves a um Obama africano não seriam impostos pelo povo, mas pelos donos do poder, por elites que fazem da governação fonte de enriquecimento sem escrúpulos.
A verdade é que Obama não é africano. A verdade é que os africanos – as pessoas simples e os trabalhadores anónimos - festejaram com toda a alma a vitória americana de Obama.

Mas não creio que os ditadores e corruptos de África tenham o direito de se fazerem convidados para esta festa. Porque a alegria que milhões de africanos experimentaram no dia 5 de Novembro nascia de eles investirem em Obama exactamente o oposto daquilo que conheciam da sua experiência com os seus próprios dirigentes. Por muito que nos custe admitir, apenas uma minoria de estados africanos conhecem ou conheceram dirigentes preocupados com o bem público.
No mesmo dia em que Obama confirmava a condição de vencedor, os noticiários internacionais abarrotavam de notícias terríveis sobre África. No mesmo dia da vitória da maioria norte-americana, África continuava sendo derrotada por guerras, má gestão, ambição desmesurada de políticos gananciosos.

Depois de terem morto a democracia, esses políticos estão matando a própria política.Resta a guerra, em alguns casos. Outros, a desistência e o cinismo.
Só há um modo verdadeiro de celebrar Obama nos países africanos:

é lutar para que mais bandeiras de esperança possam nascer aqui, no nosso continente.
É lutar para que Obamas africanos possam também vencer.
E nós, africanos de todas as etnias e raças, vencermos com esses Obamas e celebrarmos em nossa casa aquilo que agora festejamos em casa alheia.

Semanário Moçambicano "SAVANA" - 14 de Novembro de 2008

Moçambique; Terra Minha

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quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Novo Fiat 500

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Do velho e gasto Fiat 500, que tantas histórias ouvi, poucos se recordaram.



O novo Fiat 500 com um certo arzinho Retro,
é uma carrinho tão bonitinho,
que apetece ver com mais pormenor.
Sucessos antigos reanimados, saudosismos explorados
para tentar vender mais uma unidades.
Em Portugal, parece que 1000 já se venderam.
Parece-me um sucesso!
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terça-feira, 25 de novembro de 2008

451 - 25 de Novembro de 2008

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Forum de Coimbra

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Hoje resolvi usufruir de uma zona de wireless num Centro Comercial de Coimbra.
Serviço, pensei eu, oferecido por estes locais, as mais das vezes em parceria com empresas de telecomunicações, como era o caso, para atraírem clientes.

De manhã, zona de cafés num local com vista exterior, bastante simpático por sinal, olhando para escolher bem a mesa se bem que a maior parte delas vazias, como o próprio Centro aliás, mas tentando não ser incomodada com a luz que entrava por umas grandes vidraças, ficando o local com uma penumbra agradabilíssima.

Contente com a minha nova experiência sento-me e preparo o meu PC para trabalhar.
Satisfeita vou comprar um café e um queque, para confortavelmente dar inicio á primeira de muitas manhãs que se seguiriam, pensava eu, para os meus botões.

Azarito. O PC estava com pouca carga, olhei e nada de fichas por perto. Vejo duas meninas, fardadas tipo TAP e lá me dirigi, depois de me terem encarado e de eu ter feito um sinal que quereria eventualmente comunicar por elas ignorado.

A pergunta foi simples.
EU: _ Por favor poderia indicar-me onde posso carregar o meu PC?
Resposta rápida e simples.
FUNCIONÁRIA:_ Nós oferecemos wireless não oferecemos electricidade.
Não gostei desta resposta. Pode-se dizer o mesmo de outra maneira. A negativa quando se trabalha com público é dada de forma positiva.

Fiquei esclarecida.
Uma pena estas empresas não apostarem em formação.
Caso necessitem sabemos onde se dá formação em técnicas de comunicação; atendimento; etc etc
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segunda-feira, 24 de novembro de 2008

menos uns quilos

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Claro que ainda não estou assim
Um objectivo até final do ano,
perder alguma coisa de IMC.
aiiiiiiiiiiiiiiiii
Boa semana de trabalho para vós e férias para mim
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domingo, 23 de novembro de 2008

Excelente

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Caramba, quando é bem feita a comunicação flui

rsrsrsr

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Con esta boca en este mundo

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" (...) He dicho ya lo amado y lo perdido,trabé con cada sílaba
los bienes que más temí perder.
A lo largo del corredor suena, resuena la tenaz melodía,
retumban, se propagan como el trueno
unas pocas monedas caídas de visiones o arrebatadas a la oscuridad.
Nuestro largo combate fue también un combate a muerte con la muerte, poesía.
Hemos ganado. Hemos perdido,
porque ¿cómo nombrar con esa boca,
cómo nombrar en este mundo con esta sola boca en este mundo,
con esta sola boca?"


Olga Orozco (Fragmento de "Con esta boca en este mundo")


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quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Uma corrente para quem vier a seguir


Aqui estou a dizer presente á Margarida, que carinhosamente me mete nesta corrente.
Não custou assim tanto, um album, Toots Thielemans & Shirley Horn, For my Lady, e a cada frase uma música.
Aí vai, com Corcovado , na versão de Astrud Gilberto, como pano de fundo.





1)És homem ou mulher? The mooche ( feminino)

2) Descreve-te: Blue and sentimental

3) O que as pessoas acham de ti? (frases que me sobraram: “Willow weep for me” , “The more I see you” e “For my lady”, e nenhuma delas me soa bem)

4) Como descreves o teu último relacionamento: Close your eyes

5) Descreve o estado actual da tua relação: Blues in closet

6) Onde querias estar agora? Corcovado

7) O que pensas a respeito do amor? Someone to watch over me

8) Como é a tua vida? How long has this been going on

9) O que pedirias se pudesses ter só um desejo? Im beginning to see the light

10) Escreve uma frase sábia: Once in a while

Vai direitinho para quem por aqui passar e agarrar a ideia. Aos 4 primeiros .

domingo, 16 de novembro de 2008

Lisa Ekdahl e World Press Photo

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Amizades lá para os lados do Porto contribuiram para um fim de semana espectacular.

Primeiro o WPP, com 183 fotos de excelente qualidade.




Sábado ás 22 horas, depois de jantarmos na Cufra, LISA EKDAHL, MATHIAS BLOMDAHL,ANDREIAS NORDELL e TOMAS HALLONSTEN.
Hora e meia, com dois encores de uma mistura perfeita de voz, guitarras, teclados e outros instrumentos.
Entre o smooth jazz e o pop, segundo o folheto de apresentação. Lisa esteve muito bem.
A Casa da Musica é sem duvida um espaço ímpar, com um som ímpar , para uns musicos excelentes







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quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Pode ser que a crise sirva para alguma coisa.


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Mudar mentalidades. Educar para a poupança.


Perceber que a fome no mundo é responsabilidade de todos.







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domingo, 9 de novembro de 2008

Entre les murs

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Gostei deste Entre les Murs, de Laurent Cantet.
Não sou professora, mas tenho uma sensação que retrata uma realidade não Francesa, mas de todos nós.
Problemas de geração, pedagogicos, de raça, morais e do futuro das próximas gerações.
Uma Palma de Ouro para França.
Boa semana de trabalho.
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quinta-feira, 6 de novembro de 2008

OBAMA

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Obama a fazer aquilo que Clinton deveria ter feito mas não podia. Com uns tantos anos de atraso, a mulher que sempre quis mudar o sistema de saúde dos Estados Unidos.
Se esta for uma das suas opções,
Parabéns Presidente Obama
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quarta-feira, 5 de novembro de 2008

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E OS TRABALHADORES DO BPN, COMO ESTÃO?
SERÃO INTEGRADOS NA CGD?
OK, JÁ PERCEBI!
ISSO NÃO INTERESSA PARA NADA.
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domingo, 2 de novembro de 2008

the story of stuff

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Versão Brasileira



Uma aula para se entender o que pode fazer o Marketing Social neste 1º Mundo
Boa Semana

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sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Tudo em velociade cruzeiro até ao nono ano de escolaridade

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Eu, nascida no inicio dos anos sessenta do século passado, nem me parece assim tão mal. Em vez de se gastar dinheiro com novas oportunidades, arruma-se o assunto em devido tempo.

Já hoje, o analfabetismo letrado está no mercado de trabalho, as mais das vezes até em posições de chefia e a passos largos vemos neste momento a instalação desses interessantes trabalhadores/colaboradores plenamente convictos dos seus discursos bárbaros e tontos.

Não estão a chegar ao poder pessoas com qualquer sentido crítico, antes analfabetos funcionais, compreendem apenas frases simples ou muito simples, diria. Não podem estas pessoas, que alegremente se vão instalando no poder, ter qualquer sentido crítico, porque nunca o aprenderam na escola. A filosofia fez-se, sem interesse, mas porque tinha de ser. Nem interessava que tivessem.

A ideia que tenho é que são autênticos cumpridores de projectos, que não são deles e que os defendem como se os tivessem inventado.

Que só conseguem falar com Power Points com gráficos lindos feitos por uma qualquer versão do SPSS, e as mais das vezes com interpretações incompetentes e enviesadas.

Mas este novo poder, racional e pouco letrado, assusta-me, porque toma de ponta com muita facilidade. Olho para eles e lembro os filmes do Vietcong que se mandava torturar só pela cara. O inimigo começa a surgir quando faz 40 anos.

E é isto que me baralha o esquema. Começa a fazer sentido a Monarquia.

Ser chefiado por um débil mental é algo que faz sentido. Não vejo qualquer diferença


Não estou contente com o que vou observando por ai. Estou receosa do futuro!



BOM FDS que eu vou tentar curar a gripe



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Ornette Coleman


:))




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Tou cá com uma destas gripes!!!

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sinto-me assim!!
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quinta-feira, 30 de outubro de 2008

O Marketing na Minha Vida

Não é novidade para todos os que me conhecem que um bom anúncio, uma boa campanha de marketing ou qualquer boa técnica para se comunicar uma ideia, conceito ou produto são uma paixão.

Este spot comercial deixou-me um sorriso bem terno para com este pequeno grande actor.



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quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Sabe, caíram-me as lágrimas!!


A mim também!

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terça-feira, 28 de outubro de 2008

Ventos Fortes e Frio

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A Ventania que esta manhã inesperadamente conviveu comigo, lembrou-me que o Inverno está a bater-nos á porta.



Gosto destes primeiros sinais, deste tímido espreitar do Inverno



de sentir que um Verão por mim passou

e chegou a hora de enrolar-me na manta e apreciar o Frio

que ás vezes me é tão quente

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domingo, 26 de outubro de 2008

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Bom dia Domingo.





Vou preguiçar por ti adentro.
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sábado, 25 de outubro de 2008

Amanhã é Domingo e muda a Hora

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Depois de uma 6f e um Sábado em Congresso, cheia de Ciência até aos cabelos, cheia de ver a indignações de alunos a sentirem-se estropiados dos seus trabalhos por orientadores pouco ou nada escrupúlosos, chego a casa e numa relaxada ronda por blogues deparo-me com esta triste jóia da Rititi.

Tristemente vos digo, faz todo o sentido querer que o meu filho emigre rapidamente daqui!
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quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Yael Naim

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recomendo. Há dois dias que esta voz não me sai da cabeça



não percam o segundo Tube



:))

domingo, 19 de outubro de 2008

Como eu acho que funciona o mercado de acções



Uma vez, num vilarejo, apareceu um homem anunciando aos aldeões que

compraria macacos por $10 cada. Os aldeões sabendo que havia muitos macacos

na região, foram à floresta e iniciaram a caça aos macacos. O homem comprou

centenas de macacos a $10 e então os aldeões diminuíram seu esforço na

caça. Aí, o homem anunciou que agora pagaria $20 por cada macaco e os

aldeões renovaram seus esforços e foram novamente à caça. Logo, os macacos foram escasseando cada vez mais e os aldeões foram

desistindo da busca. A oferta aumentou para $25 e a quantidade de macacos

ficou tão pequena que já não havia mais interesse na caça. O homem então anunciou que agora compraria cada macaco por $50!

Entretanto, como iria à cidade grande, deixaria seu assistente cuidando da compra dos

macacos. Na ausência do homem, seu assistente disse aos aldeões: 'Olhem todos estes

macacos na jaula que o homem comprou. Eu posso vender por $35 a vocês e

quando o homem retornar da cidade, vocês podem vender-lhe por $50 cada'. Os aldeões, espertos, pegaram todas as suas economias e compraram todos os

macacos do assistente. Eles nunca mais viram o homem ou seu assistente,

somente macacos por todosos lados.

Agora você entendeu como funciona o mercado de ações?



(recebido por email)
Boa Semana para vós
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quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Estádio de Futebol



Parece que na Figueira da Foz correm uns rumores, de um novo estádio de Futebol, pasmem, para 10.000 pessoas.


Deve ser para acolher os 200 ou 300 adeptos que o Naval tem assíduos, claro. Era desses que falava.


Dinheirinho bem gasto, sem dúvida. O problema é que não existe local, e eu estava aqui a pensar que talvez no Oasis fosse boa ideia.


Coimbra tem um estádio para 30.000 , para acolher 2000 dos assiduos adeptos, porque não pode a Figueira da Foz ou até Figueiró dos Vinhos ter Estádios???
Ora meus Senhores, tenham juizo por favor.
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terça-feira, 14 de outubro de 2008

A crise bateu-me á portinhola 2

Não percebi uma coisa.

Os bancos fizeram bosta, não há dinheiro para nada, e de repente, ele aparece aos trambolhões, o dinheiro, e os bancos viram tadinhos!!!


Outra coisa que não percebi.

Aquela garantia que o Ministro deu aos Bancos, de 20 milhões, porque não deu ás famílias portuguesas que estão aflitas para pagar aos bancos, e vai dai, os bancos recebiam o que lhes é devido e as famílias ficavam aliviadas?


Outras coisa que não percebi.

E se os Bancos usarem esta garantias, pagam depois como? Ou quem paga, no fim?

Esta coisa da Economia, é mesmo difícil. Parece-me para Inteligências muito direccionadas.

Melhor é nem pensar nestas coisas. As Nacionalizações se calhar não seria pior. Os ingleses nem me parece que estejam a ver mal a coisa, sei lá.


Sinto-me tão ignorante.

Hoje escrevo a verde, nem sei porquê...

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sábado, 11 de outubro de 2008

Post de fevereiro 2008

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sempre que precisares desabafa
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Casamentos homossexuais

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Sou a favor dos casamentos homossexuais.

Sou toda a favor das pessoas serem felizes.

Não me parece bem, dizer que se eles quiserem casar que casem, mas dá-se outro nome.

Não me parece bem, concordar mas.....

Parece-me até muito mal, um direito fundamental, ser adiado

Isso é que me parece muito mal....

Não gostei desta forma de fazer politica.

Não gosto que alguém tenha o direito de adiar a felicidade de uns tantos, mesmo que minorias, só porque não acha oportuno.

Parece-me fascizante, 3º Mundista, de uma insensatez que o sistema democrático seja invadido por isto.

Não gosto....nada, naquilo em que se transformou esta democracia,que me parece com muito pouca vergonha na cara.

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A crise bateu-me á portinhola 1

Hansel e Gretel(:))

Pois..... não é que aquelas migalhas viraram a migalhinhas?


Quando na 6ªfeira passei pelo Banco a cara de parvo do funcionário fazia pena.

Adorei , contudo, o Marketing, dizia ele :..."olhe na segunda feira lançamos um novo produto que nesta altura me parece muito bom"!!!!

A verdade é que o mocinho parecia acreditar naquilo que dizia!!


Dei uma saltada a outro banco onde me esclareceram que em nenhuma parte do mundo se pode ter dinheiro parado, sob pena de se pagar um x por manutenção da conta!


Pasmei, e vim para casa a pensar se eles contaram moeda e nota a nota o meu dinheiro e lhe limparam o pó de cada vez que debitam 11 euros e qualquer coisa por manutenção.


Antes do levantamento do valor total, ainda fui informada que existiam alternativas. Lá lamentei que chegavam tarde, mas calei-me. Cansa tanto viver neste País de jovens gestores que nos vão aparecendo pela frente, cheios de tanta ignorância, essencialmente ignorância social.


Será que nenhuma faculdade ensina que uma empresa , mesmo bancária tem sempre uma obrigação social? Canseira este mundo de M*******

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Depois de uns dias de descanso I

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Estou de volta. Sei que vos fiz muita falta. Prometo não me afastar tão cedo!!


A verdade é que o descanso chamava por mim, e eu lá acedi. Toda contente confesso.


Andava sem ideias aqui para o pedaço, e a verdade é que não venho com muitas.


Esta coisa do descanso é um pau de 2 bicos( horrorosa esta expressão, mas foi a que saiu), tanto pode ser um acumular de informação, como deveria ter sido, como o acumular de uma certa inércia.


Tenho uma tendência natural para a preguiça, e depois do descanso ela vem sempre muito acentuada.


E pronto , depois deste imenso lamento, nada mais me resta.


Só mesmo iniciar este Outono meio tímido, meio chuvoso, meio quente, meio frio, com o pé direito.




segunda-feira, 22 de setembro de 2008

domingo, 21 de setembro de 2008

Meu querido mês de Agosto

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Cinema Português que eu gostei. Agosto. Calor. Região Centro. Bombeiros. Romarias. Festas Populares.




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quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Projecto Micro crédito

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Desde Tombowa- Angola - Projecto Micro crédito
Este verão estive em Angola.
Foi uma viagem de 3 semanas em que muitas coisas aconteceram. Desde a minha mala que chegou na véspera do regresso a Portugal, passando pela ausência de todo conforto, ao choque de nos depararmos com vidas desgraçadas, sorrisos lindos, uma capital caótica, um deserto fenomenal e a campanha eleitoral do MPLA.


Voámos para o sul, para Namibe (antiga cidade de Moçamedes), e depois atravessámos o deserto, em Hiace, que demora 1.30 mns, até Tombwa (antigo Porto Alexandre).


Em Tombwa estivemos 2 semanas, das quais, os primeiros dias foram de choque. As pessoas vivem em casas feitas de adobe, capim e lata, com um compartimento, que serve de cozinha, sala, quarto das famílias e não são de 2 ou 3 pessoas, mas de muitas mais!!!


Dormem no chão e na melhor das hipóteses em esteiras. Muitos nem um cobertor têm. E se está frio!!! Casa de banho, não existe! A água, têm que ir buscar longe.


Se alguém fica doente, fica ali mesmo, no chão, no mesmo compartimento, à espera que termine a sua passagem por aqui…Uma das fontes demográficas refere serem 90 mil pessoas a viver em Tombwa, mas não se sabe se é fidedigno.


No grupo com que estive, éramos 8 pessoas, 3 galegas, 3 portuguesas, 1 alemão e 1 inglês. Estes dois últimos deram aulas de inglês, uma moça deu formação de informática, as outras duas de higiene e saúde.


A minha tarefa foi relacionada com os projectos de apadrinhamentos e o de micro créditos.
O projecto de apadrinhamentos, de que vos quero falar, desenvolve-se , até agora, em Espanha e é dirigido a duas povoações angolanas, Tômbua e Lubango.


Consiste em apoiar crianças através de uma contribuição mensal de 18 €.


O dinheiro é transferido para Tombwa e Lubango e aqui as Irmãs que pertencem à Promaica (Organização para a Promoção da Mulher na Igreja Católica), a nossa contra-parte ali, compram comida (fuba, arroz, feijões, sabão, óleo) e pagam a matrícula, o material escolar e a bata das crianças.


Este dinheiro ajuda a criança apadrinhada mas indirectamente também a família na medida em que a alimentação acaba por ser para todos.


Apesar de achar revoltante, sendo Angola um país tão rico, ser necessário recorrer a medidas deste tipo, sei que aquelas pessoas, em concreto, sem ajuda, sofrem muito e terão muita dificuldade em sair daquele ciclo de desgraça.


Por outro lado, a ajuda que damos (18 € por mês) é uma ajuda significativa porque permite, no imediato, não passar fome e alfabetizar crianças.


Talvez algumas delas possam, no futuro, contribuir para a melhoria da sociedade Angolana. A minha avaliação foi de que o projecto é positivo.


Claro que o que está ao nosso alcance é muito pouco e que as questões políticas são determinantes mas não tenho dúvidas que seria muito bom se houvesse muitas mais crianças apadrinhadas.


Portanto, se quiserem participar de alguma maneira, ou conhecerem alguém que queira contribuir com 18 € mensais para uma criança contactem-me e explicar-vos-ei melhor como tudo funciona.


Com alguns de vocês já partilhei muito mais, espero que haja oportunidade de conversar com todos.


Beijinhos, beijinhos, boa semana,


Catarina:)))
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