quinta-feira, 30 de abril de 2009

Bom FDS




H1N1

Tamiflu....é do mesmo laboratório do Oseltamivir ? Tem gente com sorte no negócio!


Hum....Bom FDS

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Sentidos "au jazz"

É uma nova aplicação na barrinha aqui do lado.

Todos eles são companhias diárias.......enjoy it.



"Metamorphosen" (Marsalis Music, 2009), editado aqui

Fotos de Moscovo pelo fotografo belga Yves Philippe.
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segunda-feira, 27 de abril de 2009

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Eu, que ando na ternura quase dos 50, ando sem paciência para pensar.

Esta coisa de pensar cansa.

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quarta-feira, 22 de abril de 2009

NEUROpost

Matthias Kulka - zefa

Fancy Veer




Solus-Veer

Mike Agliolo


“O Homem deve saber que é no cérebro, e somente do cérebro, que
se cria o nosso prazer, alegria, gargalhadas e brincadeiras, tal como os
desgostos, dores, preocupações e medos.
Através dele, em particular, pensamos, vemos,
ouvimos e distinguimos o feio do belo, o bom do mal,
o agradável do desagradável”



Hipócrates- Século V a.C.
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terça-feira, 21 de abril de 2009

Plateias e Públicos

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Os diferentes públicos, o estudo de públicos – alvo, cativar plateias sempre foi um tema, para mim, muito agradável e pelo qual sempre me interessei. Nunca abordaria públicamente um tema que não achasse interessante.


É frequente lermos opiniões da formação de uma plateia. Uma das que tenho lido mais, diz: a Comunicação só se efectua se existir correspondência da plateia, querendo isto dizer que o discurso (orador) só se completa com a aprovação da plateia, não obrigatoriamente concordância, claro.


Mas a verdade é que as diferentes temporalidades são umas das grandes queixas dos coreógrafos, por exemplo. Atingir a plenitude numa comunicação é muito difícil e as mais das vezes o orador sente que a plateia lhe fugiu. A beleza de voltar a trazer a plateia a nós é difícil também de descrever e dá muito gozo.

MAS DIFICIL MESMO É SENTIRMOS QUE FALÁMOS PARA UMA PLATEIA SURDA, QUE NÃO EXISTIU INTER-ACÇÃO.
ACONTECEU-ME HOJE. DURANTE 20 MINUTOS FALEI CONJUNTAMENTE COM OUTRA PESSOA PARA UMA PLATEIA A QUAL NÃO ME TRANSMITIU NENHUM FEED-BACK.
O TEMA ERA NEUROCIÊNCIAS E TÉCNICAS DE ESTUDO E TIVE A SENSAÇÃO DE ESTAR A PREGAR NO DESERTO.


E GARANTO-VOS É DESOLADOR VER ROSTOS FECHADOS E INEXPRESSIVOS.
CLARO QUE A CULPA É DE QUEM COMUNICA.


OU TALVEZ NÃO! LEMBREI UM YOUTUBE EM QUE JOÃO GILBERTO ABANDONOU A SALA.


APETECEU-ME A MEIO HOJE PERGUNTAR? ACABO AQUI OU OS DIGNISSIMOS SENHORAS E SENHORAS ENTENDEM O QUE ESTAMOS A DIZER?





cs em forma exagerada:))

sábado, 18 de abril de 2009

World Press Cartoon 2009




O Mexicanos Rogelio Naranjo venceu o World Press Cartoon 2009
O Português André Carrilho premiado em caricatura

Para quando uma extensão disto em Coimbra?????? Bom fds


:(((

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Banco Alimentar defende o seu nome


Uma coisa que sempre me enervou é usar-se coisas falsificadas. Comprar falsificado, porque o original é inacessível á nossa bolsa é uma tontice. Acho desonesto. Se precisar de uma camisola, compro uma camisola, não tenho de comprar uma camisola com um nome que gostava de exibir tentando enganar, antes de mais a mim mesma. Quem fez aquele NOME investiu e eu saloiamente usurpo o nome.

Outra que sempre me deu alergia é a total falta de criatividade. E tentar fazer parecido parece-me tão poucochinho que cansa.

É esse o principal capital hoje de uma MARCA, a criatividade, a originalidade. E uma MARCA não tem obrigatoriamente de estar inserida num mundo comercial. Uma marca é uma Escola, é uma ONG, e qualquer coisa que tenha Valor Acrescentado, esse valor, tantas vezes suportado pelo seu NOME. Uma Marca é também o seu NOME.


Também, não sou grande apreciadora de caridadezinha feita por amadores, armados em bons samaritanos e amigos de qualquer coisa e roubando ideias de quem investe de forma profissional.

Chateia-me tudo isto somado. Lembram-me sempre uma certa “esperteza saloia” tão nossa conhecida em Portugal.


Uma ONG hoje em dia ou tem um cariz profissional ou é engolida e desacreditada. Disso e de Gestão Social e de Marketing Social sabe a Presidente Do Banco Alimentar Contra a Fome. Uma Economista Social e Criativa.

Ela sabe como é difícil preservar o bom nome da sua Instituição. Ela sabe a dificuldade que é, num País como Portugal, se um dos colaboradores desvia um pacote de farinha, o que isso pode manchar a sua Instituição. Os custos da acção de um elemento passam tantas vezes, em conversas de café, a ser visto como uma atitude generalizada a todos.

Isto tudo para dizer que uma ONG tem de preservar o seu nome e todos os seus dividendos, nomeadamente os seus logótipos e a sua designação. É o respeito por quem contribui.

Usar designações parecidas pode levar á confusão de quem contribui. E quem contribui tem o DIREITO de saber para o que contribui. Se eu contribuo para pessoas não me faz sentido que esse contributo seja utilizado noutra coisa que não sejam pessoas, por muito NOBRE que seja essa outra utilização.

Uma ONG não se pode dar ao luxo de perder qualquer contribuição. Tem de ser transparente para os seus “clientes”. Não pode permitir que outros, usem o seu Nome ou Imagem de Marca, ou semelhante, podendo confundir, que seja apenas e só um dos seus contribuintes.

Quem não entende isto não pode ter associações com fins muito nobres, porque a ignorância associada á muita vontade de ajudar amadora pode resultar numa organização que apenas ajude uns tantos e nunca tenha contabilizado quantos a sua ignorância não ajudou.

Os contribuintes de qualquer ONG tem direito de saber para onde são canalizadas todas as doações e deve ser penalizado criminalmente quem por ignorância não utiliza da forma mais correcta os donativos que recebe. E usar de forma incorrecta é desde já incluída a tal atitude muito portuguesa, “ fizemos tudo de boa fé” e somos de óptimas e cristãs famílias.

A solidariedade deve ser gerida por quem sabe e não por curiosos. Os curiosos tentam usar nomes parecidos. Copiar a solidariedade do vizinho. Usar todas as estratégias, eticamente correctas ou não, porque se acham sob a capa do bem-fazer, e que como tal, tudo lhes é permitido.

A MIM NÃO ME PARECE NADA BEM. O Voluntariado é das actividades mais nobres que o mundo civilizado conhece. O Voluntariado precipitado é dos cancros mais difíceis de controlar que a sociedade civilizada tem.

E POR AQUI ME FICO….

(li por aqui....) e por aqui


boa semana !

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Clowns

Este BLOGUE faz 2 anos!

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parabéns a mim, por conseguir manter este espectacular, interessante, ímpar, fenomenal espaço.





vamos estando por aqui.

obrigada a todos vós que me tem acompanhado. Aos que aparecem, aos que desaparecem e aos outros. A alguns de vós penso-vos como amigos. E gosto de assim os considerar.



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domingo, 5 de abril de 2009

A SIC e o Marketing


Acabei de ouvir uma reportagem da SIC sobre as agressivas técnicas que os profissionais de Marketing utilizam para aliciar na compra os consumidores e, com muita pena minha, não ouvi uma palavra acerca das técnicas de Marketing que a SIC usa para manter audiências quando nos oferece aquelas grelhas de notícias e porque as alinha daquela maneira.


A Verdade é que o consumidor é o mesmo. Quem compra nos Centros Comerciais vê a SIC também.
Boa Semana para todos.
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JOSÉ SÓCRATES, O CRISTO DA POLÍTICA PORTUGUESA
por
João Miguel Tavares
Jornalista - Março 2009

parece que foi este artigo que enervou o nosso primeiro.

terça-feira, 31 de março de 2009

Enrico Rava - New York Days

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A minha companhia neste período de trabalho.

E como tem sido aliciante este conjunto.

Óptimo para me acompanhar pelas neurociências adentro!!




sábado, 28 de março de 2009

Pat Metheny & Steve Rodby

Os grandes cientistas Portugueses

Lembrei-me de alguns deles quando lia este artigo da Visão.

Grande Elvira, pequeno país

Mário Silva que se não me falha a memória acabou a vender aparelhagens de Raio X da PHILLIPS

Por uma razão ou outra, no caso da Elvira Fortunato culpa-se os privados, no caso do Mário Silva culpa-se Salazar.

A verdade é que no caso de Elvira F. é também o governo culpado. É, pelo que se lê no artigo um tema onde o Sr. Pinho poderia tentar convencer a industria do papel nacional. O Sr. Pinho sabe que as nossas industrias com capa de fortes são frágeis. O Governo teria de fazer uma parceria com as industrias nacionais para levar a bom termo este investimento.

Pois não anda a fazer isso com industrias estrangeiras sediadas por cá?



Bom Fim de Semana

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