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"Em criança, agarrado ao meu peluche, sentia-me orfão de pais vivos, filho únco de seis irmãos. Não me sobrava inteligência, não seduzia pela beleza. Vulgar, portanto, igual ás outras crianças, as que não eram lá de csa. Foi talvez por isso que a minha mãe disse, um dia, que de mim não quereria mais de "dez". Profecia que foi uma sentença que, obediene, cumpri toda a vida."
Assim começa a INTRODUÇÃO, deste SINTO MUITO, que desfolhei na Bertrand e já não pousei. ANTÓNIO DAMÁSIO com um prefácio de escorreita é fácil escrita também me prenderam á leitura deste livro de NUNO LOBO ANTUNES, Neuropediatra Oncológico.
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A campanha eleitoral iniciou-se.
Tenho visto alguns debates. A maneira de fazer política alterou-se.
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Os debates têm dois tempos. A dos debates propriamente ditos e a dos comentadores. Alguns parecem meios tontos.
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O que sinto neste momento é que a democracia está doente.
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Não sinto a mínima vontade de votar.
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Odeio estar com esta sensação. Odeio esta minha falta de entusiasmo por este País. Deixei de ter ideais, sonhos.
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Chegar aqui, onde me é indiferente quem ganhe é frustrante.

Já tenho o meu bilhete. Lá estarei :)))
Façam o favor de passar um Bom FDS
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